quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Cabine 'cornofônica' faz sucesso em bar de SP
Cabine 'cornofônica' faz sucesso em bar de SP. Ela tem opções que simulam barulho de trânsito, aviões, tiros e até gemidos.
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Foi criada para 'salvar' clientes que não querem revelar que estão em um bar. Tarde da noite. Preocupada, a mulher liga para saber o paradeiro do marido. Ele atende o telefone e, ao fundo, barulho de carros, buzina avião, tiroteio e até gemidos. Na verdade, o homem está em um bar, mas corre para a cabine cornofônica, onde pode falar 'tranqüilamente' e acionar os ruídos para disfarçar e tentar enganar a esposa ou namorada. A cabine, também usada pelas clientes, foi montada em um estabelecimento nos Jardins, área nobre de São Paulo, e vem atraindo curiosos. A idéia foi do proprietário do Boteco Brasil, Leopoldo Buosanti Neto, de 40 anos. 'Eu via o pessoal saindo desesperado até a rua para atender o celular porque não queria que a mulher descobrisse que ele estava em um bar', explicou. O empresário jura que a invenção tem feito sucesso até mesmo entre as mulheres. 'A opção que mais usam é do (barulho) trânsito'.
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Para chamar a atenção, a cabine cornofônica é vermelha, lembra as de telefone usadas na Inglaterra e fica logo na entrada do bar, inaugurado em 1964. Para o consultor Leonardo de Andrade, 23, não tem como não enganar a companheira. 'A mulher acredita. Se eu não avisasse minha namorada de que estou aqui, ia dizer que estava em Cumbica, indo para Manaus. Ela ia ficar maluca', brincou ele. Para isso, Andrade apertaria o botão 'aeroporto', em que uma voz simula as que anunciam vôos pelo alto-falante. 'Eu nunca vi isso em lugar nenhum. É a cara do brasileiro. É zoeira', disse. Se escolhesse a opção 'chute o balde', gemidos intensos de mulher poderiam ser ouvidos.
Cabine 'cornofônica' faz sucesso em bar de SP
Cabine 'cornofônica' faz sucesso em bar de SP. Ela tem opções que simulam barulho de trânsito, aviões, tiros e até gemidos.
Foi criada para 'salvar' clientes que não querem revelar que estão em um bar. Tarde da noite. Preocupada, a mulher liga para saber o paradeiro do marido. Ele atende o telefone e, ao fundo, barulho de carros, buzina avião, tiroteio e até gemidos. Na verdade, o homem está em um bar, mas corre para a cabine cornofônica, onde pode falar 'tranqüilamente' e acionar os ruídos para disfarçar e tentar enganar a esposa ou namorada. A cabine, também usada pelas clientes, foi montada em um estabelecimento nos Jardins, área nobre de São Paulo, e vem atraindo curiosos. A idéia foi do proprietário do Boteco Brasil, Leopoldo Buosanti Neto, de 40 anos. 'Eu via o pessoal saindo desesperado até a rua para atender o celular porque não queria que a mulher descobrisse que ele estava em um bar', explicou. O empresário jura que a invenção tem feito sucesso até mesmo entre as mulheres. 'A opção que mais usam é do (barulho) trânsito'.
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Para chamar a atenção, a cabine cornofônica é vermelha, lembra as de telefone usadas na Inglaterra e fica logo na entrada do bar, inaugurado em 1964. Para o consultor Leonardo de Andrade, 23, não tem como não enganar a companheira. 'A mulher acredita. Se eu não avisasse minha namorada de que estou aqui, ia dizer que estava em Cumbica, indo para Manaus. Ela ia ficar maluca', brincou ele. Para isso, Andrade apertaria o botão 'aeroporto', em que uma voz simula as que anunciam vôos pelo alto-falante. 'Eu nunca vi isso em lugar nenhum. É a cara do brasileiro. É zoeira', disse. Se escolhesse a opção 'chute o balde', gemidos intensos de mulher poderiam ser ouvidos.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Memória Flash de plástico é totalmente flexível
Protótipo da memória Flash orgânica flexível, com um conjunto de 26 por 26 células de memória capazes de reter os dados na ausência de energia.
Imagem: Science/AAAS
Memória Flash orgânica
Um grupo internacional de cientistas conseguiu fabricar a primeira memória Flash flexível, a partir da chamadaeletrônica orgânica, que utiliza compostos à base de carbono e técnicas de fabricação semelhantes à impressão jato de tinta.
Nos últimos anos, a fabricação de componentes eletrônicos - de células solares e LEDs até circuitos eletrônicos completos - tem sido facilitada pela utilização de semicondutores orgânicos. Ao contrário do silício, esses semicondutores podem ser processados a baixas temperaturas.
Vantagens da eletrônica orgânica
Uma das principais vantagens da eletrônica orgânica é a possibilidade de fabricação de componentes e circuitos em grandes áreas, enquanto os chips de silício são restritos à área de pastilhas circulares de tamanhos limitados.
A maior dessas vantagens, contudo, certamente é o fato de que os circuitos eletrônicos orgânicos podem ser fabricados sobre substratos plásticos, finos e flexíveis.
Apenas o transístor de memória Flash, o componente de silício encontrado nos pen-drives, nas câmeras digitais e nos tocadores de MP3, continuava resistindo aos benefícios do plástico.
Agora, Tsuyoshi Sekitani e seus colegas alemães e austríacos construíram os primeiros transistores orgânicos de memória Flash em plástico.
Pulseiras tocadoras de MP3
Para demonstrar o funcionamento do novo componente, os pesquisadores criaram um protótipo de memória Flash fino e flexível e o utilizaram para armazenar arquivos digitais de fotos comuns. A memória Flash orgânica demonstrou ser capaz de, a exemplo de sua antecessora de silício, manter os dados mesmo na ausência de energia.
As memórias Flash tiveram grande aceitação no mercado justamente porque elas não precisam de energia para manter o conteúdo da memória, ao contrário da memória de acesso aleatório (RAM), que "esquece" tudo quando a energia é desligada.
Mas os dispositivos portáteis exigem memórias mais robustas. E, quanto mais finas e mais leves, melhor, o que torna as memórias Flash orgânicas muito promissoras - agora já dá para pensar em pulseiras MP3, por exemplo, assim como qualquer outro dispositivo eletrônico portátil.
Bibliografia: Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/12/2009 - Organic Nonvolatile Memory Transistors for Flexible Sensor Arrays - Tsuyoshi Sekitani, Tomoyuki Yokota, Ute Zschieschang, Hagen Klauk, Siegfried Bauer, Ken Takeuchi, Makoto Takamiya, Takayasu Sakurai, Takao Someya – Science - 11 December 2009 - Vol.: 326. no. 5959, pp. 1516 – 1519 - DOI: 10.1126/science.1179963
Memória Flash de plástico é totalmente flexível
Protótipo da memória Flash orgânica flexível, com um conjunto de 26 por 26 células de memória capazes de reter os dados na ausência de energia.
Imagem: Science/AAAS
Memória Flash orgânica
Um grupo internacional de cientistas conseguiu fabricar a primeira memória Flash flexível, a partir da chamadaeletrônica orgânica, que utiliza compostos à base de carbono e técnicas de fabricação semelhantes à impressão jato de tinta.
Nos últimos anos, a fabricação de componentes eletrônicos - de células solares e LEDs até circuitos eletrônicos completos - tem sido facilitada pela utilização de semicondutores orgânicos. Ao contrário do silício, esses semicondutores podem ser processados a baixas temperaturas.
Vantagens da eletrônica orgânica
Uma das principais vantagens da eletrônica orgânica é a possibilidade de fabricação de componentes e circuitos em grandes áreas, enquanto os chips de silício são restritos à área de pastilhas circulares de tamanhos limitados.
A maior dessas vantagens, contudo, certamente é o fato de que os circuitos eletrônicos orgânicos podem ser fabricados sobre substratos plásticos, finos e flexíveis.
Apenas o transístor de memória Flash, o componente de silício encontrado nos pen-drives, nas câmeras digitais e nos tocadores de MP3, continuava resistindo aos benefícios do plástico.
Agora, Tsuyoshi Sekitani e seus colegas alemães e austríacos construíram os primeiros transistores orgânicos de memória Flash em plástico.
Pulseiras tocadoras de MP3
Para demonstrar o funcionamento do novo componente, os pesquisadores criaram um protótipo de memória Flash fino e flexível e o utilizaram para armazenar arquivos digitais de fotos comuns. A memória Flash orgânica demonstrou ser capaz de, a exemplo de sua antecessora de silício, manter os dados mesmo na ausência de energia.
As memórias Flash tiveram grande aceitação no mercado justamente porque elas não precisam de energia para manter o conteúdo da memória, ao contrário da memória de acesso aleatório (RAM), que "esquece" tudo quando a energia é desligada.
Mas os dispositivos portáteis exigem memórias mais robustas. E, quanto mais finas e mais leves, melhor, o que torna as memórias Flash orgânicas muito promissoras - agora já dá para pensar em pulseiras MP3, por exemplo, assim como qualquer outro dispositivo eletrônico portátil.
Bibliografia: Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/12/2009 - Organic Nonvolatile Memory Transistors for Flexible Sensor Arrays - Tsuyoshi Sekitani, Tomoyuki Yokota, Ute Zschieschang, Hagen Klauk, Siegfried Bauer, Ken Takeuchi, Makoto Takamiya, Takayasu Sakurai, Takao Someya – Science - 11 December 2009 - Vol.: 326. no. 5959, pp. 1516 – 1519 - DOI: 10.1126/science.1179963
Salto alto pode faciliar orgasmo
BBC Brasil
Uma cientista italiana descobriu que usar salto alto com até 7 cm de altura pode colaborar no relaxamento e fortalecer a musculatura pélvica relacionada ao orgasmo.
A urologista da Universidade de Verona, Maria Cerruto, acompanhou 66 mulheres com menos de 50 anos durante dois anos para entender como diferentes partes do corpo se relacionam com a região pélvica.
Todos os testes foram efetuados com as mulheres em pé e paradas. A cientista observou que quando as mulheres ficavam em um plano inclinado que oscilava e variava de inclinação, simulando o uso de um salto alto, havia reflexos de diferentes tipos na área da pélvis.
A pesquisa descobriu que usar salto alto pode relaxar os músculos da pélvis, levando a melhores contrações.
"Da mesma forma que há ligação entre uma alteração da mandíbula e a postura, do ponto de vista urológico uma diferente posição do tornozelo pode influenciar a atitude do pavimento pélvico", explicou Maria, em entrevista à BBC News.
A musculatura pélvica é conhecida também como os "músculos do prazer" porque possuem relação direta com o orgasmo.
Altura do salto
O artigo publicado na revista inglesa European Urology informa que não adianta utilizar salto mais alto, pois o que importa é a relação entre o tamanho do pé e a altura daquele.
"O salto não deve ser superior a 7 cm, isto é, deve haver uma inclinação da articulação de cerca 10 ou 15 graus, porque é preciso que a paciente esteja confortável. Um salto de cerca de 4 ou 5 cm seria o ideal, encontrando um meio-termo entre o bem-estar do pavimento pélvico e o da paciente como um todo", explicou Maria para a BBC News.
A própria pesquisadora (34) que gosta de usar salto estava preocupada com afirmações nem sempre confiáveis ligando os acessórios à esquizofrenia, portanto resolveu buscar informações positivas sobre os saltos.
"Até agora avaliamos especificamente a esfera sexual, mas sabemos que o uso do salto pode ter efeitos nesta área (da pélvis), com implicações em tudo que se relaciona com a funcionalidade pélvica, como dor, prazer, orgasmo. Seguramente influencia, mas não sabemos ainda exatamente em que termos", afirmou a urologista.
Como a maioria das mulheres tem dificuldade em manter uma freqüência de exercícios para estimular a pélvis o uso do salto alto poderia ser a solução.
[BBC Brasil]
Salto alto pode faciliar orgasmo

BBC Brasil
Uma cientista italiana descobriu que usar salto alto com até 7 cm de altura pode colaborar no relaxamento e fortalecer a musculatura pélvica relacionada ao orgasmo.
A urologista da Universidade de Verona, Maria Cerruto, acompanhou 66 mulheres com menos de 50 anos durante dois anos para entender como diferentes partes do corpo se relacionam com a região pélvica.
Todos os testes foram efetuados com as mulheres em pé e paradas. A cientista observou que quando as mulheres ficavam em um plano inclinado que oscilava e variava de inclinação, simulando o uso de um salto alto, havia reflexos de diferentes tipos na área da pélvis.
A pesquisa descobriu que usar salto alto pode relaxar os músculos da pélvis, levando a melhores contrações.
"Da mesma forma que há ligação entre uma alteração da mandíbula e a postura, do ponto de vista urológico uma diferente posição do tornozelo pode influenciar a atitude do pavimento pélvico", explicou Maria, em entrevista à BBC News.
A musculatura pélvica é conhecida também como os "músculos do prazer" porque possuem relação direta com o orgasmo.
Altura do salto
O artigo publicado na revista inglesa European Urology informa que não adianta utilizar salto mais alto, pois o que importa é a relação entre o tamanho do pé e a altura daquele.
"O salto não deve ser superior a 7 cm, isto é, deve haver uma inclinação da articulação de cerca 10 ou 15 graus, porque é preciso que a paciente esteja confortável. Um salto de cerca de 4 ou 5 cm seria o ideal, encontrando um meio-termo entre o bem-estar do pavimento pélvico e o da paciente como um todo", explicou Maria para a BBC News.
A própria pesquisadora (34) que gosta de usar salto estava preocupada com afirmações nem sempre confiáveis ligando os acessórios à esquizofrenia, portanto resolveu buscar informações positivas sobre os saltos.
"Até agora avaliamos especificamente a esfera sexual, mas sabemos que o uso do salto pode ter efeitos nesta área (da pélvis), com implicações em tudo que se relaciona com a funcionalidade pélvica, como dor, prazer, orgasmo. Seguramente influencia, mas não sabemos ainda exatamente em que termos", afirmou a urologista.
Como a maioria das mulheres tem dificuldade em manter uma freqüência de exercícios para estimular a pélvis o uso do salto alto poderia ser a solução.
[BBC Brasil]
Quem tem Maptor…
Criado na Coréia do Sul por Jin-Sun Park e Seon-keun Park, Maptor é um acessório indispensável para travessias por caminhos desconhecidos em qualquer lugar do mundo.
Tem o formato de uma pequena lanterna e é um aparelho GPS, que exibe mapas usando um micro projetor interno. Os mapas podem ser projetados sobre qualquer superfície plana, até mesmo na palma da mão. Utiliza a base de dados do Google Maps e no mapa projetado uma seta vermelha aponta exatamente o lugar onde a pessoa está.
Os controles do Maptor são simples mas completos: comando de liga/desliga e uma tecla que comanda as opções de zoom e ampliação geral da tela. Funciona com pilhas e vem com Bluetooth para facilitar o download dos mapas. Detalhe ecológico: a estrutura externa do Maptor é toda feita com plástico biodegradável.
Os inventores garantem que as imagens são visíveis com muita nitidez mesmo em plena luz do dia. Já se pode imaginar o desenvolvimento dessa tecnologia para apresentações PowerPoint, dispensando o uso de projetores tipo datashow.
Por enquanto não há previsão de comercialização do Maptor no Brasil.
Quem tem Maptor…
Criado na Coréia do Sul por Jin-Sun Park e Seon-keun Park, Maptor é um acessório indispensável para travessias por caminhos desconhecidos em qualquer lugar do mundo.
Tem o formato de uma pequena lanterna e é um aparelho GPS, que exibe mapas usando um micro projetor interno. Os mapas podem ser projetados sobre qualquer superfície plana, até mesmo na palma da mão. Utiliza a base de dados do Google Maps e no mapa projetado uma seta vermelha aponta exatamente o lugar onde a pessoa está.
Os controles do Maptor são simples mas completos: comando de liga/desliga e uma tecla que comanda as opções de zoom e ampliação geral da tela. Funciona com pilhas e vem com Bluetooth para facilitar o download dos mapas. Detalhe ecológico: a estrutura externa do Maptor é toda feita com plástico biodegradável.
Os inventores garantem que as imagens são visíveis com muita nitidez mesmo em plena luz do dia. Já se pode imaginar o desenvolvimento dessa tecnologia para apresentações PowerPoint, dispensando o uso de projetores tipo datashow.
Por enquanto não há previsão de comercialização do Maptor no Brasil.



