sábado, 8 de junho de 2013

Frases de feito

reflexoes22

A gente nunca dá valor ao que/quem nos pertence de fato pelo fato de: já nos pertence.

Ostras não são afrodisíacas, mas ao comê-las você sinaliza ao seu parceiro que topa enfiar qualquer coisa na boca.

Gente, eu vou ficar aqui em cima do muro pra me proteger da opinião da maioria esmagadora que está vindo aí, ok?

Toda vez que eu emito uma opinião e várias pessoas passam a concordar comigo, eu começo a achar que estou errada.

Homem que faz quadradinho de 8, com certeza já soltou o redondinho de 4.

Minha internet hoje ta caindo tanto que vou começar chamar ela de NEYMAR.

Dizem que o amor está no ar... eu devo ter problema respiratório então...

Comida gordurosa é romântica: vai direto pro coração.

Dia dos namorados chegando, vou comprar uma fronha nova pro meu travesseiro.

Não entendo muito bem o comunismo. Todos usam papel higiênico folha dupla perfumada ou voltam à lixa rosa de esfoliação anal?

Nos livrar do Tylenol é fácil, quero ver o Ministério da Justiça nos livrar das garras desse amor gostoso.


http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/frases-de-feito.html

Administradores e Remadores

Uma fábula sobre a difícil arte de organizar o trabalho.
No ano de 1996, houve nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição, a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar á meta uma hora depois.

japones-mascote imigracao1

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisãode estrutura organizacional para o ano seguinte.

Em 1997, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta duas horas depois dos vencedores.

japones-remando

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira, após as mudanças introduzidas, era formada por um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: '' O remador é um incompetente!''

Em 1998, aconteceu uma nova oportunidade de competir com os japoneses. O departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no bench making - das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziriam aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o right sizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turn-around e venceriam os japoneses.

japones-japones

Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta três horas depois dos japoneses.

Novos estudos, reuniões acaloradas e enormes relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.

japones-brasileiros

Depois de vários dias de reunião e análise da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitaria, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 1999, certamente, confirmaria o acerto das decisões.


Fonte: Carta Capital


http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/administradores-e-remadores.html

Administradores e Remadores

Uma fábula sobre a difícil arte de organizar o trabalho.
No ano de 1996, houve nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição, a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar á meta uma hora depois.

japones-mascote imigracao1

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisãode estrutura organizacional para o ano seguinte.

Em 1997, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta duas horas depois dos vencedores.

japones-remando

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira, após as mudanças introduzidas, era formada por um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: '' O remador é um incompetente!''

Em 1998, aconteceu uma nova oportunidade de competir com os japoneses. O departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no bench making - das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziriam aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o right sizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turn-around e venceriam os japoneses.

japones-japones

Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta três horas depois dos japoneses.

Novos estudos, reuniões acaloradas e enormes relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.

japones-brasileiros

Depois de vários dias de reunião e análise da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitaria, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 1999, certamente, confirmaria o acerto das decisões.


Fonte: Carta Capital


http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/administradores-e-remadores.html

Administradores e Remadores

Uma fábula sobre a difícil arte de organizar o trabalho.
No ano de 1996, houve nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição, a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar á meta uma hora depois.

japones-mascote imigracao1

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisãode estrutura organizacional para o ano seguinte.

Em 1997, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta duas horas depois dos vencedores.

japones-remando

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores; a equipe brasileira, após as mudanças introduzidas, era formada por um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: '' O remador é um incompetente!''

Em 1998, aconteceu uma nova oportunidade de competir com os japoneses. O departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no bench making - das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziriam aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o right sizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turn-around e venceriam os japoneses.

japones-japones

Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, dessa vez, a equipe brasileira chegou á meta três horas depois dos japoneses.

Novos estudos, reuniões acaloradas e enormes relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.

japones-brasileiros

Depois de vários dias de reunião e análise da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitaria, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 1999, certamente, confirmaria o acerto das decisões.


Fonte: Carta Capital


http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/06/administradores-e-remadores.html

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Quem tem BOCA... Vaia Roma

papach-Já que o papa é argentino, a Dilma vai convidar o Vaticano para entrar no Mercosul.

-Dado que as condições físicas dos cardeais não permitem, o papa está montando um time com a guarda suíça para disputar a Champions League.

-Vingança histórica: a Inglaterra fica com as Falklands e a Argentina com o Vaticano.

-Papa libera bife de chorizo na sexta feira santa!

-Dizem que o novo papa é o homem mais importante do mundo. E um dos mais importantes da Argentina.

-Antes de escolher o nome "Francisco", os cardeais tiveram um enorme trabalho pra convencer Dom Bergoglio de que "Jesus II" pegava muito mal.

-Comentário à boca pequena que está se espalhando nos corredores do Vaticano:   "....não havia um argentino tão perto de Cristo desde Judas....."

-Papa propõe trocar a hóstia por alfajor.

-O Papa vai autorizar o uso da hóstia em pó, (APENAS NA ARGENTINA)  para que o Maradona possa comungar...

-Comenta-se que quem dominou o conclave foram os cardeais dos EUA. Como sabiam que o cardeal brasileiro era o mais cotado, escolheram o cardeal de Buenos Aires, por ser a capital do Brasil.


http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/05/quem-tem-boca-vaia-roma.html

Quem tem BOCA... Vaia Roma

papach-Já que o papa é argentino, a Dilma vai convidar o Vaticano para entrar no Mercosul.

-Dado que as condições físicas dos cardeais não permitem, o papa está montando um time com a guarda suíça para disputar a Champions League.

-Vingança histórica: a Inglaterra fica com as Falklands e a Argentina com o Vaticano.

-Papa libera bife de chorizo na sexta feira santa!

-Dizem que o novo papa é o homem mais importante do mundo. E um dos mais importantes da Argentina.

-Antes de escolher o nome "Francisco", os cardeais tiveram um enorme trabalho pra convencer Dom Bergoglio de que "Jesus II" pegava muito mal.

-Comentário à boca pequena que está se espalhando nos corredores do Vaticano:   "....não havia um argentino tão perto de Cristo desde Judas....."

-Papa propõe trocar a hóstia por alfajor.

-O Papa vai autorizar o uso da hóstia em pó, (APENAS NA ARGENTINA)  para que o Maradona possa comungar...

-Comenta-se que quem dominou o conclave foram os cardeais dos EUA. Como sabiam que o cardeal brasileiro era o mais cotado, escolheram o cardeal de Buenos Aires, por ser a capital do Brasil.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Estátua volta dos EUA para Itália

 

De uma forma uma tragicômica, desnuda os efeitos avassaladores dos Fast Food e refrigerantes na silhueta e por consequência na saúde das pessoas.

michelangelo

Estátua volta dos EUA para Itália

 

De uma forma uma tragicômica, desnuda os efeitos avassaladores dos Fast Food e refrigerantes na silhueta e por consequência na saúde das pessoas.

michelangelo

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