terça-feira, 18 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
RECICLAR ÁGUA - REUSO DE ÁGUA
Já pensou na economia de água que você faria se tivesse um sistema que reciclasse a água utilizada no toalete? Prometendo economizar até 6000 litros de água por ano, a empresa Valve Company Sloan está aperfeiçoando o chamado AQUS água, um sistema de recuperação e tratamento de água utilizada no banheiro.
Sistema recicla água usada em banheiro - Imagem Inhabitat
Com um design inovador, o sistema que recicla água é construído em torno de uma caixa que tem capacidade para até 5,5 litros de água recuperada. Uma pequena bomba, ativada por um sensor no tanque do toalete, faz a transferência da água cinza proveniente de atividades domésticas, como tomar banho, lavar roupa e lavar louça, para o banheiro, enchendo o reservatório ao lado do vaso sanitário.
Sistema de tratamento economiza e recicla água - Foto Inhabitat
O sistema também necessita de manutenção uma vez por ano, reduzindo a complexidade e melhorando a segurança do uso de água cinza. A instalação é vendida como um kit que inclui a mangueira e cabo do sensor, além de alguns equipamentos para serem instalados no tanque e o encanamento da pia para o tanque de armazenamento. O sistema que recicla água também é viável para hotéis, edifícios de escritórios e prédios comerciais.
AQUS recicla água e pode ser discretamente guardado no armário - Foto Inhabitat
Fonte: http://style.greenvana.com/2011/sistema-economiza-e-recicla-agua-usada-no-banheiro/
Retirado do Blog do Padilha: http://lauropadilha.blogspot.com/2011/10/reciclar-agua-reuso-de-agua.html
Li duas no twitter agora
"No posto do amor, sou o frentista. Agora encosta teu coração na bomba e diz: me completa!"
"Tá igual brinquedo do paraguay, não da pra rela a mão já vai soltando as rodinha."
Li duas no twitter agora
"No posto do amor, sou o frentista. Agora encosta teu coração na bomba e diz: me completa!"
"Tá igual brinquedo do paraguay, não da pra rela a mão já vai soltando as rodinha."
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Curitiba deixou de ser vanguarda, diz Rasca
09/10/11 às 20:23 | Ivan Santos
Para Rodrigues, a falta de alternância no poder fez com que o grupo do atual prefeito Luciano Ducci (PSB) perdesse a capacidade de antecipar-se aos problemas provocados pelo crescimento da cidade. Os sintomas do esgotamento desse modelo, afirma, estão cada vez mais evidentes em situações como o trânsito cada vez mais congestionado, a queda de qualidade do transporte público, na demora no atendimento especializado em saúde e no crescimento dos índices de criminalidade.
Em entrevista exclusiva ao Jornal do Estado, o deputado do PV fala sobre os desafios a serem enfrentados por Curitiba, e defende a candidatura própria do partido à prefeitura como forma de apresentação de uma alternativa de cidade sustentável.
Jornal do Estado — O senhor disse recentemente que a administração municipal de Curitiba está “cansada”. Porque?
Rasca Rodrigues — Isso está claro na perda de espaço na vanguarda da política pública. Pesquisa recente apontou Curitiba como a sexta capital em ações ambientais. Dentro do que o PV prega em suas diretrizes há a preocupação de que nossa cidade tenha um retrocesso, perca o protagonismo das políticas públicas ambientais do País. Com exceção de programas como o de erradicação de espécies exóticas e adoção de calçadas impermeáveis, não vemos isso mais. Os parques estão poluídos. Os rios não melhoraram. O Barigui - que é um símbolo da cidade - está com uma profundidade em que os pássaros não precisam mais voar, atravessam a pé.
JE — O título de “capital ecológica” então não expressa mais a realidade?
Rasca — A prática não condiz com o discurso. O curitibano ainda tem uma consciência ambiental forte. Mas a administração municipal perdeu a capacidade de apontar caminhos.
JE — Fala-se muito no esgotamento de um modelo de planejamento urbano? Concorda?
Rasca — Concordo. Não somos mais protagonistas. Nossas canaletas têm que deixar de ser pista de teste da Volvo. Precisamos ampliar os modais. Há uma insistência em colocar esse modelo como o melhor do Brasil e do mundo. E não é. Precisamos ter alternativas para tirar os carros das ruas. Em Porto Alegre tem um ônibus com ar-condicionado, jornal. Custa um pouco mais, mas você vai e volta do trabalho com conforto. Hoje, em muitos pontos de Curitiba, as pessoas não conseguem sequer entrar nos ônibus porque eles estão superlotados. E aí vem a redução do número de usuários do transporte coletivo e o aumento de carros nas ruas. Por causa do desconforto e do risco de não assiduidade.
JE — Acha que houve uma acomodação do grupo que comanda a cidade há décadas?
Rasca — Eles perseguem um modelo ultrapassado. O melhor transporte coletivo é o que tem multiplicidade, com metrô, transporte sobre trilho, transporte elétrico. Nossos pontos de ônibus são os únicos do mundo que não têm banco para sentar. Perguntei isso para o (Cássio) Taniguchi e ele disse que era para mostrar que o transporte é eficiente e não dá tempo para sentar. Ou seja, é mais importante o marketing do que o conforto das pessoas. O planejamento hoje está submetido muito mais ao interesse de grandes grupos econômicos do que ao interesse público e ao futuro da cidade.
Indústria das multas
“Sistema feito só pensando em arrecadar”
09/10/11 às 20:25 | Ivan Santos
Rasca Rodrigues — Quanto menos ruas, menos carros. Quanto mais pista de rolamento, mais carros. Copenhagen começou a adotar o calçadão, que nós copiamos, em 1962. Hojem tem 340 quilômetros de ciclovias. Em Curitiba, o que estamos fazendo hoje é o contrário. Privilegiando o transporte individual em detrimento do transporte público. Houve um retrocesso. Quando se fechou a rua XV os comerciantes também se revoltaram. Depois viram que lucraram mais. O gestor público tem que ter coragem de olhar à frente, e enfrentar essas situações. O que vemos hoje é que as políticas públicas são feitas para atender ao calendário eleitoral, não ao interesse da cidade.
JE — Como vê as polêmicas envolvendo as multas de trânsito?
Rasca — Nossa cidade é refém dessa receita orçamentária. O sistema é feito pura e simplesmente para a arrecadar. Não vemos campanhas de educação no trânsito, não vemos blitzes educativas, policiais abordando no sentido de educar. Por isso estamos vendo uma piora na cultura do trânsito. Temos que morar em uma cidade que todos os dias seja um pouco melhor que no dia anterior. Caso contrário vai chegar um momento em que haverá uma paralisia geral.
JE — A atual gestão cortou verbas previstas para ciclovias.
Rasca — Dentro do conceito de cidade sustentável queremos mostrar que caminhar é a atividade mais importante da cidade. Com essa diretriz de olhar para a cidade segundo a escala humana. Tem que pensar de acordo com o tamanho das pernas. Isso em transporte, mas também em geração de empregos, indústria. Daí a proposta de criação de um distrito industrial metropolitanos. Curitiba não tem uma política de atração de indústria porque não tem mais espaço físico. Então a ideia é aproveitar o espaço que tem para serviços, tecnologia da Informação. Que obtenha um retorno. Grande parte dos empregos vai para lá (cidades da RMC). Um distrito industrial com a participação de cada cidade seja de acordo com o tamanho de seu investimento, com arrecadação compartilhada.
Não há como dissociar Ducci de Derosso
Rasca — Não está descartada aliança com nenhum partido que concorde com a posição do PV em relação à situação política atual. Todo partido que estiver alinhado ao (Luciano) Ducci está descartado, porque a nossa proposta é de inovar. Quando o Fruet decidiu ir para outro partido, deixamos claro que o processo começaria do zero. Cada pré-candidato do PV vai buscar sua viabilidade, e daqui a nove meses vamos sentar para conversar.
JE — O partido não teme sair sozinho?
Rasca — O PV sempre correu sozinho. As conversas sobre alianças vão ocorrer lá na frente. A candidatura própria cria uma perspectiva maior para os candidatos a vereador.
JE — Na sua opinião, até que ponto o prefeito Luciano Ducci tem responsabilidade na crise que envolve a Câmara de Vereadores, presidida por João Cláudio Derosso?
Rasca — Não consigo dissociar o Derosso do Ducci, o Ducci do Derosso. São o mesmo grupo e o mesmo problema: a falta de alternância de poder. São quatorze anos na presidência da Câmara. Isso criou nesse grupo uma acomodação, uma cumplicidade. Há uma responsabilidade direta por fazer parte, ser representante desse grupo que há 22 anos é força majoritária.
http://www.bemparana.com.br/index.php?n=193146&t=curitiba-nao-e-mais-a-capital-ecologica-diz-rasca
Curitiba não é mais a "Capital ecológica", diz Rasca
Para pré-candidato do PV, administração perdeu capacidade de antecipar-se aos problemas
Com a experiência de quem foi Secretário de Estado do Meio Ambiente entre 2006 e 2010, e presidente do Instituto Ambiental do Paraná entre 2003 e 2006, o deputado estadual e pré-candidato do Partido Verde à prefeitura de Curitiba, Rasca Rodrigues, aponta que Curitiba há tempos deixou de merecer o título de “capital ecológica”. E não por culpa de seus cidadãos, que ainda exibem um alto grau de consciência ecológica, mas pela incapacidade do grupo que há décadas comanda a cidade em enfrentar os desafios que a gestão do meio ambiente apresenta. Prova maior disso, afirma, é a falta de solução para um problema tão básico como a destinação dos resíduos sólidos produzidos pelos curitibanos. “Curitiba é a capital mais atrasada no tratamento do lixo do País”, diz ele, que acompanhou de perto o processo que resultou no fechamento do aterro da Caximba.
Para Rodrigues, a falta de alternância no poder fez com que o grupo do atual prefeito Luciano Ducci (PSB) perdesse a capacidade de antecipar-se aos problemas provocados pelo crescimento da cidade. Os sintomas do esgotamento desse modelo, afirma, estão cada vez mais evidentes em situações como o trânsito cada vez mais congestionado, a queda de qualidade do transporte público, na demora no atendimento especializado em saúde e no crescimento dos índices de criminalidade.
Em entrevista exclusiva ao Jornal do Estado, o deputado do PV fala sobre os desafios a serem enfrentados por Curitiba, e defende a candidatura própria do partido à prefeitura como forma de apresentação de uma alternativa de cidade sustentável.
Jornal do Estado — O senhor disse recentemente que a administração municipal de Curitiba está “cansada”. Porque?
Rasca Rodrigues — Isso está claro na perda de espaço na vanguarda da política pública. Pesquisa recente apontou Curitiba como a sexta capital em ações ambientais. Dentro do que o PV prega em suas diretrizes há a preocupação de que nossa cidade tenha um retrocesso, perca o protagonismo das políticas públicas ambientais do País. Com exceção de programas como o de erradicação de espécies exóticas e adoção de calçadas impermeáveis, não vemos isso mais. Os parques estão poluídos. Os rios não melhoraram. O Barigui - que é um símbolo da cidade - está com uma profundidade em que os pássaros não precisam mais voar, atravessam a pé.
JE — O título de “capital ecológica” então não expressa mais a realidade?
Rasca — A prática não condiz com o discurso. O curitibano ainda tem uma consciência ambiental forte. Mas a administração municipal perdeu a capacidade de apontar caminhos.
JE — Fala-se muito no esgotamento de um modelo de planejamento urbano? Concorda?
Rasca — Concordo. Não somos mais protagonistas. Nossas canaletas têm que deixar de ser pista de teste da Volvo. Precisamos ampliar os modais. Há uma insistência em colocar esse modelo como o melhor do Brasil e do mundo. E não é. Precisamos ter alternativas para tirar os carros das ruas. Em Porto Alegre tem um ônibus com ar-condicionado, jornal. Custa um pouco mais, mas você vai e volta do trabalho com conforto. Hoje, em muitos pontos de Curitiba, as pessoas não conseguem sequer entrar nos ônibus porque eles estão superlotados. E aí vem a redução do número de usuários do transporte coletivo e o aumento de carros nas ruas. Por causa do desconforto e do risco de não assiduidade.
JE — Acha que houve uma acomodação do grupo que comanda a cidade há décadas?
Rasca — Eles perseguem um modelo ultrapassado. O melhor transporte coletivo é o que tem multiplicidade, com metrô, transporte sobre trilho, transporte elétrico. Nossos pontos de ônibus são os únicos do mundo que não têm banco para sentar. Perguntei isso para o (Cássio) Taniguchi e ele disse que era para mostrar que o transporte é eficiente e não dá tempo para sentar. Ou seja, é mais importante o marketing do que o conforto das pessoas. O planejamento hoje está submetido muito mais ao interesse de grandes grupos econômicos do que ao interesse público e ao futuro da cidade.
“Sistema feito só pensando em arrecadar”
Jornal do Estado — O transporte coletivo de Curitiba, visto anteriormente como modelo, vem perdendo usuários. Ao mesmo tempo, a cidade hoje tem a maior proporção de veículos por habitante das capitais brasileiras. O que aconteceu?
Rasca Rodrigues — Quanto menos ruas, menos carros. Quanto mais pista de rolamento, mais carros. Copenhagen começou a adotar o calçadão, que nós copiamos, em 1962. Hojem tem 340 quilômetros de ciclovias. Em Curitiba, o que estamos fazendo hoje é o contrário. Privilegiando o transporte individual em detrimento do transporte público. Houve um retrocesso. Quando se fechou a rua XV os comerciantes também se revoltaram. Depois viram que lucraram mais. O gestor público tem que ter coragem de olhar à frente, e enfrentar essas situações. O que vemos hoje é que as políticas públicas são feitas para atender ao calendário eleitoral, não ao interesse da cidade.
JE — Como vê as polêmicas envolvendo as multas de trânsito?
Rasca — Nossa cidade é refém dessa receita orçamentária. O sistema é feito pura e simplesmente para a arrecadar. Não vemos campanhas de educação no trânsito, não vemos blitzes educativas, policiais abordando no sentido de educar. Por isso estamos vendo uma piora na cultura do trânsito. Temos que morar em uma cidade que todos os dias seja um pouco melhor que no dia anterior. Caso contrário vai chegar um momento em que haverá uma paralisia geral.
JE — A atual gestão cortou verbas previstas para ciclovias.
Rasca — Dentro do conceito de cidade sustentável queremos mostrar que caminhar é a atividade mais importante da cidade. Com essa diretriz de olhar para a cidade segundo a escala humana. Tem que pensar de acordo com o tamanho das pernas. Isso em transporte, mas também em geração de empregos, indústria. Daí a proposta de criação de um distrito industrial metropolitanos. Curitiba não tem uma política de atração de indústria porque não tem mais espaço físico. Então a ideia é aproveitar o espaço que tem para serviços, tecnologia da Informação. Que obtenha um retorno. Grande parte dos empregos vai para lá (cidades da RMC). Um distrito industrial com a participação de cada cidade seja de acordo com o tamanho de seu investimento, com arrecadação compartilhada.
“Ficamos reféns de um modelo privado”
Jornal do Estado — Um dos problemas de que se arrasta há tempos sem solução é o da destinação do lixo. Como o senhor vê a situação?
Rasca Rodrigues — Essa questão foi mal conduzida técnica e politicamente. Curitiba recebeu por mais de uma década o lixo de 12 cidades sem cobrar um tostão. em alguns casos até fazendo o recolhimento. Nunca se colocou que se um dia precisasse de uma área para destinar esse lixo, algum desses municípios o recebesse. Aí Araucária proibiu, São José dos Pinhais proibiu, Quatro Barras proibiu. Em nenhum momento se priorizou o consórcio metropolitano. Vivemos um faz de conta. Ficamos reféns de uma área de uma empresa privada. Não pode, pois o lixo é uma questão de saúde pública. O pior é ficar refém de um modelo privado que não atende minimamente. Curitiba é a capital mais atrasada no tratamento do lixo no País.
JE —Qual seria o caminho?
Rasca — Priorizar o consórcio metropolitano. Não se pode ter um modelo onde quanto mais lixo você coloca no aterro, mais você vai arrecadar. Porque a empresa vai trabalhar a redução de resíduos nas casas se ela lucra quanto mais lixo for produzido? Barcelona, por exemplo, tem prazo até 2015 para eliminar os caminhões de coleta.
JE — Porque a atual administração não percebeu isso?
Rasca — Esse negócio é muito influente. Influencia muito na decisão do gestor. É um negócio de centenas de milhões.
"Não há como dissociar Ducci de Derosso"
Jornal do Estado - O PV convidou o ex-deputado Gustavo Fruet para se filiar ao partido, mas ele acabou no PDT. O PV então anunciou candidatura própria à prefeitura. Isso significa que uma aliança está descartada?
Rasca — Não está descartada aliança com nenhum partido que concorde com a posição do PV em relação à situação política atual. Todo partido que estiver alinhado ao (Luciano) Ducci está descartado, porque a nossa proposta é de inovar. Quando o Fruet decidiu ir para outro partido, deixamos claro que o processo começaria do zero. Cada pré-candidato do PV vai buscar sua viabilidade, e daqui a nove meses vamos sentar para conversar.
JE — O partido não teme sair sozinho?
Rasca — O PV sempre correu sozinho. As conversas sobre alianças vão ocorrer lá na frente. A candidatura própria cria uma perspectiva maior para os candidatos a vereador.
JE — Na sua opinião, até que ponto o prefeito Luciano Ducci tem responsabilidade na crise que envolve a Câmara de Vereadores, presidida por João Cláudio Derosso?
Rasca — Não consigo dissociar o Derosso do Ducci, o Ducci do Derosso. São o mesmo grupo e o mesmo problema: a falta de alternância de poder. São quatorze anos na presidência da Câmara. Isso criou nesse grupo uma acomodação, uma cumplicidade. Há uma responsabilidade direta por fazer parte, ser representante desse grupo que há 22 anos é força majoritária.
Link original em http://www.bemparana.com.br/index.php?n=193146&t=curitiba-nao-e-mais-a-capital-ecologica-diz-rasca
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asca Rodrigues
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
HABILITADOS para a Eleições 2012 no PV
ADAILTON KLOSTER GUIMARAES
ADAN BARBOZA DE SOUZA
ADELIO PIRES CARVALHO
ADEMIR CORREA PEDROSO
ADERLANE PRISCILA SAFONOFF DINIZ
ADRIANA DO CARMO JUSTUS
ADRIANA FARIAS
ADRIANE BIDA
ADRIANE SCHAMNE
ADRIANO GODK
AIVI CLAI GONCALVES DE OLIVEIRA
ALAIR DIEGO SOARES
ALDOINO LORENO
ALESSANDRO HENNEBERG
ALEXANDRA DE MARCO
ALTAIR MONTEIRO
ALTAMIR MENDES
ALVARO DIAS BATISTA
ALYSON FRANCISCO CZEZACKI
ANA CLAUDIA DE CASTRO SAVI
ANA CRISTINA CAMARGO
ANA PAULA FERREIRA DOS SANTOS
ANDERSON MATEUS DE SOUZA
ANDERSON RICARDO SILVA
ANDRE URIAS DE SOUZA
ANDREIA CRISTINE JUSTUS
ANDREIA STADLER PINHEIRO
ANDRESA LIRIANE JACOBS
ANDRESSA CARLA GUTIERREZ MARIM
ANGELA MARIA CARDOSO DA CUNHA
ANGELO MACHADO SOLTES
ANTONIO AFONSO GABRIEL DE OLIVEIRA
ANTONIO CARLOS MACHADO
ANTONIO DE LARA
ANTONIO PEREIRA BARBOZA
APARECIDO FELIX
ARI DA ROCHA PINHEIRO
ARLETE SEBASTIANA ALVES DA SILVA
BALTASAR LUIS ELBL JUNIOR
* BRUNO VARGAS D´OLIVEIRA
CALIXTO ABRAHAO GEBRIM JUNIOR
* CARLOS ADRIANO DOS SANTOS
CARLOS AUGUSTO DE LARA
* CARLOS EDUARDO MALAQUIAS
CARLOS EDUARDO ZAMMAR THEODORO
CARLOS JOSE CAMARGO
CARLOS ROBERTO RODRIGUES
CARMENCI APARECIDA SANSANA
* CAROLINE FERREIRA MIRANDA
CELIA APARECIDA CARNEIRO
CESAR ANTONIO GASPARETTO
CESAR GONCALVES BORBA
* CHARIS DANIELE DE FRANÇA FERREIRA
CINTHIA LOURENCO
CLAUDIA MARIA PIRES CARVALHO
CLAUDIA TEREZINHA MARQUES
CLAUDIO LUIZ PEREIRA
* CLAUDIO MAURICIO CHAVES
CLAUDIO ROCHA BITTENCOURT
CLECI DE FATIMA DOS SANTOS
* CLEIBER MARCIO FLORES
CLEVERTON PEDROZO VENTURA
CLICEU DOS SANTOS
CLOTILDES APARECIDA DOS SANTOS
CRISTIANE APARECIDA DOS SANTOS
CRISTIANO RODRIGUES DA SILVA
DANIELA PINTO BOCK
DARCI BALDYKOSKI
DARCY FERREIRA DE ANDRADE JUNIOR
DAVID BENEDITO VIEIRA LOPES
DAYANE PATRICIA DE FREITAS
DEIVEDY CARLOS DIAS
DENISE FELIP
DIOCISIO MOYSES QUEJI
DIRCE MAIA FERREIRA
DIRCEU BALDYKOSKI
DORALICE DE ANDRADE PRESTES
EDILSON MAX CABOSKI
EDIMAR BORGES DA SILVA
EDITH DOS SANTOS OLIVEIRA
EDITH MARIA MUDREY
EDIVALDO MAX CABOSKI
* EDSON FERREIRA
EDSON JOSE MOSCA
EDSON LUIZ DO NASCIMENTO
EDSON LUIZ YUSEINSKI
EDUARDO BALDYKOSKI
* EGILSON JOSÉ DA LUZ
ELIANE CRISTINE KLOTH
* ELIEL POLINI
ELZI DE FREITAS
EMERSON JESUS DE ALMEIDA
EMERSON LUCIANO DA CRUZ
EMILIO VIEIRA CARNEIRO
ENI HELENA NOVAKOSKI
ERLENE MERINO RUIZ
EROTILDES DE OLIVEIRA
ERSON VALENGA
EZILDA LOURECO OTTOBONI
FABIANO DE PAULA MACHADO
FABIANO LOPES
FERNANDA DANIELA PAIS
FERNANDO CESAR RIBEIRO
FLAVIA GUILHERMINA PEDROSO
* FLORISVALDO DE PAULA CARRASCOZO
FRANCIANE DOS SANTOS
GELMY AJUZ DA SILVEIRA
GENILTON PIRES CARVALHO
GENY PIRES CARVALHO
GERALDO BARBOSA
GERALDO DE RAMOS BUENO
GILMAR FRANCISCO ELEUTERIO ZARDO
* GIOVANNI ARAÚJO DE OLIVEIRA
GISELI CRISTIANE NOVACZEK
GIULLIANNO PILATTI
* GIZELDA MARIA MARQUES DE OLIVEIRA
GUALBERTO RODRIGUES DA SILVA
HAMILTON VICENTE
HAROLDO CORREA ROLIM NETO
HENRIQUE YUSEINSKI
* HERLEO PEDRO DE PARIS JUNIOR
HEWERTON FRANCA GARCIA
HILDA DA CONCEICAO LARA
HILDA MARIA DIAS BORBA
HILDA VALENTIM DO NASCIMENTO
* IARA APARECIDA HASSELMANN FERREIRA DA SILVA
ILOAH BARBOSA VOSGERAU
IRACEMA RIBEIRO OLIVEIRA
IRENE TEREZINHA DE ARRUDA
IRVAMI SEBASTIAO HALLES
ISOLINA SILVA YUSEINSKI
IVANY FERREIRA
IVONETE TEREZINHA FOGACA
IZABEL MACHADO
* IZAIAS SALUSTIANO
JACY NOGUEIRA DE ANDRADE FILHO
JAIR DE ANDRADE RIBEIRO
JAIR FIGUEIROA FILHO
* JANE ANDRÉIA ROSA
JANI PIMENTEL
JAQUELINE MENDES DA SILVA
* JARDEL CANDIDO XAVIER
JEANE DA SILVA RABELO
* JESUS CLAYTON DE OLIVEIRA
JOANA D'ARC GONCALVES DOS SANTOS
JOAO CLAIRTON ANTONIO DE JESUS
JOAO DALMON GINAR FRAGA
JOAO OSVALDO FRACASSO
JOAO PAULO JARDIM STRACK
JOAO VALDENIR DA SILVA ROCHA
JOAO VITELAO DA CRUZ
JOAO ZANDER
JORGE KACZMARECH
JOSE ADEMIR FERREIRA
JOSE ADIR FERREIRA
JOSE AIRTON DE ALMEIDA FREITAS
JOSE CARLOS BARBOSA VOSGERAU
JOSE CARVALHO DE ALMEIDA
JOSE CIRINEU CRUZINIANI
JOSE CLEVERSON LEMES
JOSE FERREIRA DE LARA
* JOSÉ JORGE RIBEIRO MARTINS
JOSE SEBASTIAO FIRMINO
JOSE SPALER PRATCHUM
JOSEANE DA SILVA DOS SANTOS PIRES
* JOSIANE MICHELIZ RIBEIRO DA SILVA
JOSIELE DA SILVA DOS SANTOS PIRES
JOSNEI JESUS DE CAMARGO
JOSUE ASSIS MARTINS
JULIA FARIAS
JULIO CESAR PIRES CARVALHO
KARANA VAZ SILVESTRE
KARINA APARECIDA CAMARGO
KARINA DE LIMA
KATILIANE DE LIMA
KELLY VIEIRA LOPES
LAENI SUELI SLOMPO
LAERCIO CAMARGO
LAURINDA RODRIGUES IPOLITO
LAURIVAN MARCOS SALLES
* LAURO PADILHA
* LAZARO AUGUSTO ALBUQUERQUE FRANÇA
LEANDRO MISIAK
LENICE DO ROCIO DE OLIVEIRA
LEONILDA VICENTE
LEONORA VAS CAMARGO
LEONY ALMEIDA GOITACAZ
LUCIA ALVES DA SILVA
LUCIA FATIMA DE MATTOS
LUCIANA MORO
LUCIANE MACHADO
LUCIANO DE OLIVEIRA
** LUCIANO OTAVIO DE ARAUJO CARNEIRO
LUCIMARA AYMONE
LUIS EDUARDO SANSANA
LUIZ CARLOS DE LARA
* LUIZ FERNANDO SAFFRAIDER
MADALENA BALDYKOSKI
MARCELINA DE JESUS QUEIROZ RIBEIRO
MARCELO LUIZ BERBETZ
MARCELO ROBERTO ORLOSKI
MARCIA DE FATIMA ALMEIDA
MARCIA FURMANIAK
MARCIA NATAL
MARCIO ALEX ROSA DE LORENA
MARCIO JOSE HAUS
* MARCIO TEIXEIRA
MARCIUS NADAL MATOS
MARCOS DA SILVA
MARCOS ROBERTO RIBEIRO DE JESUS
MARIA ADIAIR PAES DA SILVA
* MARIA APARECIDA ALIBERTI CARRASCOZO
MARIA APARECIDA DA SILVA GODOY
MARIA APARECIDA GONCALVES DOS
MARIA CIRINEIA DE PAULA
MARIA DA GLORIA LEONCIO SCHER
MARIA DAS NEVES MIGLIORINI
MARIA DE DEUS GONCALVES
MARIA DE LURDES DE MORAES
MARIA DO CARMO GABRIEL DE OLIVEIRA
* MARIA ELIZABETE GOMES
MARIA GLACY FERREIRA DA COSTA
MARIA HELENA RIBAS
MARIA ISABEL DE ALMEIDA
MARIA JESUS DE OLIVEIRA
MARIA JUREMA FERREIRA VOSGERAU
MARIA LORENA SCHLEDER LORENO
MARIA LUCIA DOS SANTOS SALLES
MARIA MADALENA DE LARA MACHADO
MARIA MARLENE DO NASCIMENTO
MARIA SENIRA DA ROCHA
MARIELLY PELESKCIS
MARILDA DOS ANJOS DE FREITAS
MARILEIA PIMENTEL
MARILUCIA AGUIAR DE SOUZA
MARIO KLOSTER FILHO
MARIO SERGIO MACHADO
MARLENE DELINSKI TOZETTO
MARLENE RODRIGUES DA SILVA
MARLI TERESINHA STETS
MARLY ANGELITA MACYSZYN
* MATEUS GORTE
MATILDE FURMANIAK DA SILVA
* MAURO GONÇALVES MACHADO
MAURO MARTINS DOS SANTOS
MERENTINA HALLES
* MOACIR APARECIDO DOS SANTOS
* NÁDIA ELIAS AJAINE
NAGIB DE JESUS DE ALMEIDA
NAZIR DANIEL
NEI ALBERTO SALLES FILHO
NEURI CORDEIRO DE ARRUDA
NEUZA TEREZINHA FRANCA DOS
* NEVERSON PAES
NILDA MARIA CASTILHO
NILZA DE OLIVEIRA
NOEL DE JESUS COSTA
ODETE APARECIDA STADLER
OLGA MARIA KUHN ROHR
OLIVINA OTACILIA DA SILVA
ORLEI GRABIKOSKI PINTO
OSMAR DA SILVA
OSWALDO ALVES NETO
PAULINO BATISTA DINIZ
PAULO CESAR FACIN
PAULO HENRIQUE GORTE
PAULO ROGERIO DE ALMEIDA
PEDRO DOS SANTOS
*PEDRO NASCIMENTO FERREIRA
RAFAEL ALESSANDRO SZELIGA
RAUL PRESNER GOMES
RENATA DE ROCCO
RICARDO HALLES
* RICARDO NOACIR SCHENEIDER
RILDO APARECIDO GARCIA
ROBERT LUIS ABADE
ROBERTO ANTONIO VOSGERAU
* RODRIGO SOARES HEIMBERG
RODRIGO STADLER PINHEIRO
ROGERIO IRAZE MARCONDES CARNEIRO
ROMEU TOCZEK SOUZA
* ROSA INÊS SERMAN
ROSANGELA APARECIDA LORENO
ROSANGELA FERREIRA COSTA
ROSELI STADLER PINHEIRO
ROSEMARI GONCALVES COSTA
ROSICLER ALVES DA CRUZ
ROZINHA ONESKO DE PAULA
SAIMON JOSUE FERREIRA
SANDRA DO ROCIO MIGLIORINI
SANDRA MARCIA HRYNEZ
SEBASTIAO FERREIRA DE LARA
SEBASTIAO PROCOPIO
* SEFORAH REGEANE FERREIRA
SELMA APARECIDA LEMES
* SÉRGIO DEMICHURKI
SERGIO LUIZ GONCALVES BORBA
SILAS GONCALVES BORBA
SILMARA DE FATIMA MANOSSO PAUZER
SILVIO ANTONIO DE OLIVEIRA PINTO
SILVIO LEONEL
* SIMÃO DARCI FERNANDES
SIRLENE APARECIDA MONTEIRO
SIRLENE SIMONE DE SOUZA
SOFIA GEC
SOLANGE FINATTI
SONIA DE FATIMA PELESKCIS
SUELI APARECIDA MARCONDES PINTO
* TELMA PASSOS
TEREZA TABORDA CRUZINIANI
TEREZINHA DE JESUS ROCHA
TEREZINHA DO ROCIO ROLOFF
TEREZINHA FRANQUITO
TEREZINHA ONESKO DE PAULA
TEREZINHA SUELY PEREIRA
THIAGO DE MORAES
* THIAGO GARCIA DOS SANTOS
VALDIR DE LIMA
VANDERLEI DE JESUS ALVES
VANDERLEI PRADO DA SILVA
VANDERLEI SAGAIS CARNEIRO
VERA LUCIA DE MARINS
VERA LUCIA EVARISTO
VILMA STETS
VILMA TERESINHA BECHER CABOSKI
* VILSON COLACO DO VALLE
* WALDOMIRO HONESKO FILHO
WALTER OSVALDO WEBSKI REGIS
WILLIAM MARAVIESKI
WILSON VIEIRA LOPES
WLADIMIR MARAVIESKI
* ZÉLIA HALICKI
ZELINA DA CUNHA BARBOSA
** Filiados que já manifestaram sua intenção em se candidatar a prefeito
domingo, 9 de outubro de 2011
Frase da Semana
"Quando uma mulher sofre em silêncio, é porque está sem crédito no celular."
FRASES SINISTRAS
Antes eu não era perfeito... Faltava-me a modéstia.
Se beber fosse pecado, Jesus teria transformado água em Fanta Uva!
Frase da Semana
"Quando uma mulher sofre em silêncio, é porque está sem crédito no celular."
FRASES SINISTRAS
Antes eu não era perfeito... Faltava-me a modéstia.
Se beber fosse pecado, Jesus teria transformado água em Fanta Uva!

